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Publicada em: 19 de dezembro de 2018

Cavaleiro Roberto Jou ensina seus conhecimentos da Rédeas e Freio de Ouro

Durante o curso, competidor também destacou alguns dos benefícios para os cavalos, tanto fisiológico, como psicologicamente

Foto: ABCCC/Divulgação

Conhecimento e experiência, fundamentais para o desenvolvimento, foram repartidos no Distrito Federal entre 14 e 16 de dezembro. Durante os três dias em Brasília, o cavaleiro e treinador Roberto Jou ministrou o curso organizado e promovido pela equipe Aqui é Magalhães e pelo Haras Quinta da Figueira. Foi nas dependências do haras que os 30 participantes, entre cowboys e ginetes, montados e ouvintes, receberam instruções e promoveram a evolução de seus animais – deste plantel, 90% de Cavalos Crioulos.

Para que esse resultado positivo fosse possível, a organização do evento traçou o perfil desejado de treinador, como explicou o diretor da equipe Aqui é Magalhães, Gustavo Magalhães. “A gente procurou alguém de renome, que gostasse de Cavalo Crioulo e que estivesse na vanguarda. E a gente entendeu que o Jou, hoje, é uma pessoa que, além de ter essa paixão pela raça, está na crista da onda. E tem experiência internacional, levando o cavalo lá para fora”.

O curso mesclou conhecimentos da Rédeas e do Freio de Ouro, que foram apresentados de forma simples e colocados em prática ainda durante o evento, segundo Gustavo Magalhães. E ao explicar o método de treinamento, Roberto Jou ainda destacou que os participantes apresentaram experiência prévia com outros cursos e treinadores. “O que eu tentei passar foram programas mais simples e eficazes. Esse seria o resumo do nosso curso: como conseguir ter uma apresentação boa, um treinamento bom em pouco tempo, e ter manobras muito boas”, disse Jou.

Ainda sobre o curso, Roberto Jou destacou alguns dos benefícios para os cavalos, tanto fisiológico (fazendo-os mancar menos, por exemplo) como psicologicamente, com menos estresse. “Diminuímos um pouco os flexionamentos e aumentamos a programação em coisas simples, que é guiar e mexer bastante a paleta do cavalo. Com isso, essas repetições trouxeram treinos um pouco mais feios, mas depois começou a ficar bonito”, explicou.

Além dos conhecimentos repassados, o curso foi marcado por uma forte confraternização. Visando o futuro e a possibilidade de ocorrer mais encontros do tipo no Distrito Federal, Gustavo Magalhães projetou a realização de uma segunda clínica. “Até para um acompanhamento ou fazer algo em conjunto com a ABCCC para divulgar a raça”, disse.

Fonte: ABCCC